Uma lição de amor e dedicação: conheça os pais do mundo animal

Ficar domingo em casa, comemorando o Dia dos Pais com os filhos e a família? Que nada! É justamente nesta época, que alguns pais do reino animal mais trabalham para dar uma dieta balanceada aos seus pupilos.

Papai cegonha branca:
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Ele precisa voar constantemente aos lagos próximos ao ninho para pegar rãs, peixinhos, lagartos, gafanhotos e outros insetos para alimentar seus filhotes. Isso tudo tendo em vista alguns reparos no ninho para acomoda-los melhor. Ambos pais e mães fazem este trajeto várias vezes ao dia, pois as pequenas cegonhas comem quantidades enormes de comida. Durante as primeiras semanas, elas podem consumir por dia metade do seu peso e mesmo depois de aprenderem a voar, ficam dependentes dos pais por várias semanas.

Mamãe guepardo:
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Na familia dos guepardos, no geral é a mãe que cuida dos filhotes. Alimentar uma ninhada de três a cinco filhotes exige que a mãe esteja sempre bem alimentada, por isso ela sai quase todos os dias para caçar e nem sempre esta tarefa é bem sucedida. Além disso, ela precisa mudar de poucos em poucos dias sua prole de toca, para despistar leões que estão sempre a procura de filhotes indefesos, fazendo o papel de pai e mãe ao mesmo tempo. Quando eles atingem sete meses de idade, a mãe começa a treiná-los para caçarem sozinhos, um processo demorado que leva cerca de um ano ou mais. Esse é mais ou menos o tempo que os filhotes ficam dependentes da mãe.

Papai mergulhão-pequeno:
Os mergulhões e seus filhotes são praticamente inseparáveis. Assim que saem do ovo, eles abandonam o ninho flutuante e vão para o conforto das costas dos pais, eles sobem ali e se acomodam entre a asa e as penas dorsais, ficando protegidos e aquecidos enquanto o pai e a mãe nadam, tarefa em que os pais revezam enquanto mergulham para encontrar alimento. Este vínculo com os pais dura muito tempo.

Papai martim-pescador:
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Essa espécie de pássaro tem de ser eficiente e seletivo ao apanhar peixes para seus filhotinhos. Ornitologistas descobriram que ambos os pais alimentam os recém-nascidos com pequenos peixes que medem menos de dois centímetros de comprimento. O pai ou a mãe cuidadosamente carrega no bico o peixe com a cabeça virada para fora, o que facilita o engolir dos famintos filhotinhos. O tamanho dos peixes vai aumentando conforme o crescimento dos filhotes, o que aumenta também a frequência destas alimentações. No começo, cada passarinho é alimentado a cada 45 minutos, a partir do 18º dia, este tempo é de 15 minutos. E quem disse que os martins-pescadores param após a cria estar pronta? Eles começam tudo novamente numa segunda ninhada durante o mesmo verão. 

O mundo animal é mesmo de tirar o fôlego, e por que não de tirar o chapéu? Papais e mamães dispostos a tudo, o tempo todo, para proteger e alimentar suas crias. Instinto? Não. Isso é amor!

fonte: http://bit.ly/nrIUdv